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Vantagens Franquias Ortoplan


PROPOSTA

COMO FUNCIONA A FRANQUIA


A Franquia ORTOPLAN é uma rede de Clínicas Odontológicas que atua em todas as Áreas da Odontologia, ou seja oferece todas as Especialidades aos seus pacientes. Nossos públicos-alvo são B e C. Por isso dedicamos um inovador conceito em atendimento, praticando preços acessíveis e competitivos, mas primando sempre pela qualidade e os ótimos resultados dos tratamentos. Desta forma, auxiliamos o franqueado em toda a Gestão de sua Unidade, que vai desde a escolha do ponto até o acompanhamento diário das rotinas, resultados e assessoria clinica.

SUPORTE AO FRANQUEADO ORTOPLAN

• Estudo Analítico de Mercado;
• Escolha da Cidade e do Ponto Comercial;
• Projeto Arquitetônico;
• Padronização da Infraestrutura e Layout;
• Suporte Contábil e Jurídico;
• Seleção e Capacitação de Pessoal;
• Rede de Fornecedores;
• Implantação;

Solicito Informações:











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Coragem para mudar



Felizes e realizados. É como todos nós gostaríamos de ser. As pessoas são diferentes, mas de um modo geral seus aspectos básicos são muito parecidos, então vejamos: realização profissional, pessoal, familiar, financeira, capacidade de planejar um bom futuro para si e para os filhos. Enfim, são anseios comuns a qualquer mortal. No entanto, o grande problema está não em saber o que se quer, mas sim como fazer para conseguir aquilo que se deseja. Querer é básico, contudo, apenas querer, não ajuda a conquistar os objetivos. Que tal algumas dicas?!
• Seja simples, em tudo!
• No mundo de hoje o que mais conta é o relacionamento entre pessoas. Quem vende mais é quem conquista mais pessoas;
• Crie para você um slogan e sempre memorize, atrai bons fluidos;
• Tem mais chances de se ter sucesso quem se comunica mais. Os dias estão contados para os tímidos. Timidez é não ter coragem para mudar;
• Se você quer entrar no mundo dos negócios precisa ser um bom vendedor;
• Na dúvida, faça alguma coisa;
• Aprenda a falar bem em público;
• Aprenda como aprender e nunca desista;
• O que interessa não é quem você conhece, mas quem conhece você;
• Seja você mesmo, mas não seja sempre o mesmo (Gabriel, O Pensador);
• Precisamos cavar um poço antes de sentir sede (Confúcio);
• Converse mais com Deus;
• Faça a diferença, não existem crises e sim oportunidades para as mudanças.
Muitos são os sentimentos e frases de efeito para este mundo imperfeito. Posso dizer que cada uma teve um momento de glória em minha vida e um sentido de direcionamento para as ações e decisões. É preciso saber viver e encarar cada momento novo como uma oportunidade para ser uma pessoa cada vez melhor, uma vez que estamos vivendo a era das maiores transformações na história do homem na terra.
A aceleração da história é um fato incrivelmente perigoso para todos nós. Ou acompanhamos os novos tempos, nos abrimos para a modernidade, ou ficaremos “fossilizados”, “obsoletos” em muito pouco tempo. Quem nunca ouviu alguém afirmar: No meu tempo o mundo era diferente... A pergunta é quando é o seu tempo? Em que ano você decidiu-se morto que agora acha que este não é mais o seu tempo? Eis um grande perigo! Morrer sem dar-se conta de estar morto! E quantas pessoas estão literalmente mortas! Como está você?
Viver é hoje um desafio. Não se deixe dominar pela nostalgia, pelo pessimismo, pela apatia. Estar vivo no mundo de hoje é um privilégio. Aceite a mudança, viva a mudança, TENHA SEMPRE CORAGEM PARA MUDAR!
Autor: Marcos Braun

Franquias Ortoplan



É o que diz os excelentes indicadores fornecidos pela ABF – Associação Brasileira de Franchising.




Enquanto a economia cresce pouco acima de 1%, o setor emplaca taxa de 16% em 2012 e embala os planos de expansão dos empresários

Os ventos sopram a favor do franchising em 2013. As redes de negócios devem se aproximar  de  115 mil franquias, com acréscimo de onze mil unidades, e o mercado espera faturar R$ 120 bilhões. Outro  forte indicador de que o setor vai muito bem é o volume de novas empresas em operação. Segundo projeta o diretor executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Ricardo Camargo, o mercado deve contar com nada menos que 2,4 mil marcas neste ano.

`O setor cresceu cerca de 16% em 2012, resultado bastante expressivo se compararmos com a expansão do PIB, ao redor de 1%. Encerramos o ano com 2.213 marcas, 104 mil pontos de vendas e 936 mil empregos diretos. Para 2013, com a perspectiva de que o PIB aumente 4%, projetamos um aumento de 15% no faturamento. Acredito que o mercado de franquias tem grande potencial para crescer  nesse ritmo nos próximos anos e um dos pontos importantes para a expansão do franchising é a elevação do teto de faturamento do Supersimples e a expansão do crédito para abertura de franquias. Isso influencia para um crescimento constante em dois dígitos`, afirma Ricardo Camargo.
Tendências

Entre os segmentos que continuarão a crescer destacam-se  alimentação, saúde e beleza, vestuário, treinamentos e serviços. As cidades com mais de 100 mil habitantes continuarão a atrair as melhores marcas.

`Os nossos números indicam que o Brasil vai continuar a crescer em 2013`, afirma o professor de finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV) e co-diretor da pesquisa Panorama Geral dos Negócios no Brasil, Gledson de Carvalho. `Os fundamentos econômicos são consistentes com continuidade da expansão no Brasil e há sinais de que é possível sustentar o crescimento forte em 2013, mesmo quando a atividade econômica no resto do mundo esteja mais lenta`, ressalva o economista.
Microfranquias

Estima-se que  dois terços  dos empreendedores  interessados em adquirir  franquia  podem investir, no máximo, R$ 100 mil em novos negócios, porém somente pouco mais de 20% das redes oferecem este tipo de oportunidade.  Uma  razão a mais para alavancar o mercado de microfranquias, que passa a atender à maioria dos potenciais investidores  desejosos de investir, no máximo, R$ 50 mil em novos negócios.

Fonte: Revista Franquia & Negócios - Edição 47

Solicite Informações sobre aquisição de Franquias Ortoplan
relacionamento@negocios-sc.com.br





O networking nos negócios


Porque o empreendedor deve priorizar momentos para estabelecer relações e não pode ter vergonha de fazer contatos.

Qual é o efeito de uma rede de contatos no seu negócio? O bom empreendedor tem que ter noção do quão importante é fazer o famoso networking e estar aberto a opiniões, sugestões e críticas.
Segundo o co-fundador da Biruta Ideias Mirabolantes, Rafael Liporace, todo empreendedor deve procurar contatos. “A busca do contato certo é fundamental para qualquer um. E quando você não tem isso de berço, essa relação institucional, cabe a você buscá-la. Lá na Biruta, nunca tivemos vergonha em relação a isso. Sempre fomos os caras que tiveram a cara de pau de correr atrás. Claro que tem que saber não ser ‘o chato’ mas, ao mesmo tempo, não ser envergonhado”, explica.

Para Cassio Spina, fundador da Anjos do Brasil, o networking é também uma forma de trabalho colaborativo. ”Quando você sabe usá-lo bem, você tem uma troca. Mesmo que aquela pessoa seja muito mais experiente, você vai oferecer algo de volta pra ele. Eu sempre digo: qualquer um que está no mercado, aberto, está querendo aprender também.

Como investidor, eu aprendo muito com as empresas que estou investindo, com a experiência que eles têm em suas respectivas áreas.”

A criação e a participação de uma rede são uns dos principais passos na hora de expandir o seu negócio. E essa rede só pode ser alimentada em momentos específicos. “No dia a dia, quando as pessoas estão no horário de trabalho, em geral, elas não conseguem abrir portas, ligar, agendar uma reunião etc. Esses momentos de networking são as oportunidades que você tem para estabelecer sua rede e, posteriormente, conseguir uma abertura com uma pessoa que você não ia conseguir falar no horário comercial ou sem conhecê-la de antemão”, explica Bruno Kauffman, da BR Capital.

Você não pode ter vergonha de conversar com ninguém, acredita Cassio Spina. “O empreendedor não deve ter receio de compartilhar o que conhece, pois sempre tem algo que outra pessoa vai querer saber. Em troca ele terá apoio e ajuda, novos contatos, sugestões e até críticas construtivas para o seu negócio, independentemente do estágio em que estiver”, garante.

Ficar dentro do escritório, fazendo relacionamento apenas com os clientes e fornecedores, não é suficiente. “Essa é a grande busca e isso você só aprende fazendo. No primeiro momento, você vai ser o chato, em outro, o tímido. Mas precisa correr atrás, quem fica com vergonha não se dá bem”, completa Rafael.
Lembre-se de que essa relação, além de te proporcionar contatos, pode esclarecer os problemas e as virtudes de outros negócios, importantes para o aperfeiçoamento do seu.

“Às vezes, tem que forçar um pouco pra chegar a uma pessoa que não conhece, mas o principal é saber porque você está ali. Você não está ali por acaso, está ali para desenvolver o seu negócio. Se tiver certeza disso, o peso de conversar com uma pessoa que não conhece é muito menor do que chegar por chegar”, encerra Bruno.


Por Vinícius Victorino, da equipe de Cultura Empreendedora – Endeavor Brasil.
Fonte: http://www.endeavor.org.br/artigos/start-up/aprendendo-a-ser-empreendedor/o-networking-nos-negocios#sthash.9kXW2jcI.dpuf

Ser eficiente não é mais o suficiente!

Entenda por que a gestão de riscos é uma prática fundamental para gerir qualquer negócio.

Empresas e organizações estão inseridas em um cenário cada vez mais dinâmico. Com o objetivo de cumprir suas metas de negócio e maximizar seus resultados, cada uma delas vem constantemente buscando mecanismos de evolução focados em um conceito:
Eficiência. Várias ondas ocorreram ao longo das últimas décadas relacionadas ao aumento de produtividade, qualidade e a racionalização dos custos, sempre visando à melhoria de competitividade.
Paradoxalmente, está se tornando cada vez mais comum grandes e longevas corporações ruírem. Enron, Andersen, Worldcom e Parmalat são exemplos de empresas que, apesar da jornada de eficiência, não garantiram a solidez de outro pilar fundamental para o sucesso, a Gestão de Riscos em suas organizações.
De maneira recorrente, inúmeras pesquisas e estatísticas demonstram que a Gestão de Riscos é considerada atualmente como a prática mais fundamental pelos líderes de empresas globais para que suas organizações sejam lucrativas. Por outro lado, também relatam que a ocorrência de fraudes e demais incidentes relacionados à falta de mecanismos para gerir riscos não são situações isoladas nem seletivas, ou seja, não estão restritas a apenas algumas áreas das empresas, nem mesmo a segmentos de mercado específicos. No passado, as empresas preferiam ignorar estes incidentes, pois não desejavam e, na maioria das vezes, não sabiam como tratá-los. Este é um dos principais componentes do chamado “Custo Brasil”.
Riscos típicos que podem se materializar decorrentes de uma gestão de riscos ineficiente:
• Perdas de estoque;
• Aquisição de ativos por valores superiores ao de mercado;
• Fechamento de contratos de fornecimento com empresas de familiares;
• Recebimento de brindes e prêmios por favorecimento de contratos;
• Compra de mercadorias de qualidade duvidosa com baixo potencial de revenda;
• Assedio sexual entre chefe e subordinado;
• Fornecimento e/ou venda de informações para concorrentes;
• Desvio de ativos financeiros para conta pessoal;
• Manipulação de dados e informações para ocultar maus resultados ou fraudes;
Portanto, é de fundamental importância todas as empresas definirem e implantarem uma área de Gestão de Riscos com capacidade para desenvolverem diversas soluções combinadas:
• Mapeamento, categorização e análise de impacto dos riscos corporativos ao longo de toda a organização. Priorização dos esforços de mitigação.
• Eliminação de vulnerabilidades e incorporação de controles internos nos processos e sistemas relacionados a atividades que envolvam negociação e fluxo de produtos – da entrada de insumos até a devolução de produtos acabados;
• Elaboração e divulgação do Código de Ética e Códigos de Conduta, incluindo políticas, regras e procedimentos para as atividades rotineiras;
• Análise da aderência ética de candidatos e funcionários para cargos com alta atratividade e oportunidade;
• Revisão dos fluxos de pessoas (funcionários, clientes e fornecedores), controles de acesso e layout das áreas críticas;
• Implantação de procedimentos e soluções tecnológicas relacionados à segurança de informações confidenciais nas mais diversas modalidades (mídia impressa, eletrônica e voz);
• Estabelecimento de canal interno de denúncia e indicadores de monitoramento em sinergia com um núcleo de inteligência;
• Estabelecimento de uma célula de inteligência focada no monitoramento de indicadores de exceção ligado a situações de risco (desvio de ativos, conluios, fuga de informações confidenciais);
O conceito elementar é: a solução deve ser preventiva e não reativa. Por quê? Esta é a única maneira de evitar a reincidência do fato. E como proceder? Estabelecer as condições necessárias para que a gestão de riscos seja reforçada, disseminada e aplicada por toda a organização. Este processo requer como pré-requisito e fator crítico de sucesso o patrocínio dos acionistas e da alta administração. O resultado é tangível e mensurável: menores custos operacionais e eliminação dos incidentes que possam comprometer a continuidade do negócio e maior eficiência nos processos financeiros, produtivos, logísticos e comerciais.

Marcelo Forma é sócio-diretor da ICTS Global, empresa de consultoria, auditoria e serviços em gestão de riscos de negócios.

Fonte: http://www.endeavor.org.br

Governança Corporativa Atrai Grandes Clientes

Entenda por que as boas práticas de governança corporativa podem ser seu diferencial de vendas.

A escolha de um fornecedor por grandes clientes é, em geral, precedida por uma análise de riscos, entre outros fatores. Dentre os diversos riscos que um fornecedor pode oferecer para uma grande organização, destaca-se cada vez mais o risco de gestão. Grandes clientes estão cada vez mais interessados em saber, por exemplo, se seus fornecedores adotam práticas sustentáveis em seu processo produtivo, se respeitam regras socioambientais em suas operações, se sua gestão é baseada em princípios de transparência, equidade e conformidade com normas e regulamentações, se há um código de ética formal e disseminado pela organização, entre outros fatores.
Devemos lembrar que, em muitos casos, um fornecedor representa uma extensão da empresa cliente e, por isso, é importante verificar se ele opera de forma compatível com os princípios e valores da empresa cliente, para que esta não venha sofrer prejuízos futuros. Começa aí a importância das boas práticas de Governança Corporativa, dada a sua grande capacidade de contribuição para mitigar esses riscos. Na verdade a contribuição das boas práticas de Governança é ainda mais ampla. Elas visam proteger os interesses dos investidores e demais partes interessadas na organização (também chamados de “stakeholders”) como Clientes, Fornecedores, Colaboradores, etc. Ao adotar boas práticas a organização gera a confiança necessária para que esses “stakeholders” realizem atividades econômicas com ela, produzindo um círculo virtuoso de criação de valor que traz inúmeros e importantes benefícios para todas as partes. 
Por oferecerem menores riscos, as empresas que adotam boas práticas de Governança Corporativa obtêm ainda, em contrapartida, benefícios, como: maior facilidade de acesso e menor custo de capital, maior valorização do preço de suas ações, maior retorno para seus acionistas e maior longevidade, entre outros. Esses benefícios já foram comprovados por diversos estudos internacionais. Assim, as boas práticas de Governança Corporativa, fundamentadas em uma base sólida de princípios e valores, e exercidas por pessoas verdadeiramente comprometidas com esses princípios, representam uma importante garantia de menores riscos de gestão. Portanto, não basta apenas ter um bom produto ou serviço. É necessário ter também uma gestão eficaz e eficiente, com práticas de Governança Corporativa que mitiguem os riscos de gestão e contribuam para atrair clientes importantes e consequentemente para o processo de criação de valor da organização.

Carlos Airton Pestana Rodrigues é Diretor Presidente da Governance Solutions. 

Fonte: http://www.endeavor.org.br/

TRÊS CAPACIDADES PARA DESENVOLVER EM 2013




Mais um novo ano chegou, e com ele a certeza de que as mudanças velozes continuarão no contexto profissional. Para acompanhar a dinâmica do mundo atual, onde os resultados são para ontem, três capacidades comportamentais precisam ser desenvolvidas:

1- Saber otimizar o seu tempo;
2- Se relacionar com mais qualidade;
3- Ter autoliderança.

Vejamos a seguir a importância de cada uma delas:

- Saber otimizar o seu tempo: nos dias atuais, se torna imprescindível saber fazer mais com menos , através de uma gestão do tempo consciente, principalmente quando o estresse começa a tomar conta da rotina do dia a dia. A maioria das pessoas está vivendo uma rotina de correria, pois os prazos são curtos e a sobrecarga de trabalho é evidente. De acordo com a International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR), o estresse já afeta 70% dos brasileiros economicamente ativos. A cada dia surgem estudos revelando que o nível de estresse e o estilo de vida determinam 60% das doenças. Segundo dados recentes do INSS, o estresse e a depressão afastam do trabalho mais de 200 mil pessoas por ano no Brasil.
É preciso tomar cuidado, pois o excesso de informação, combinado com a procura incessante por resultados em curto espaço de tempo leva a um nível de ansiedade muito alto. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, a ansiedade está entre as principais causas de afastamento do trabalho. Para lidar com isso, é preciso, primeiro, identificar o modo como você usa seu tempo e depois começar a se organizar.
Então, foque nas atividades que são realmente importantes, trabalhe com prioridades, faça um planejamento semanal de suas tarefas, com metas realistas e prazos adequados para executar. As exigências no campo profissional vão continuar, então é chegada a hora de aprender a filtrar as diversas informações que surgem ao longo do dia e saber dizer NÃO a tudo o que não é importante e que só vai consumir sua energia. Certa vez, Winston Churchill disse: o tempo é neutro, mas pode se tornar o aliado daqueles que o capturarem e o usarem por completo. Sendo assim, reveja como tem usado seu tempo e aprenda a usá-lo com sabedoria.

- Se relacionar com mais qualidade: no atual mundo competitivo, muitas pessoas, por estarem tão focadas em resultados no curto espaço de tempo, esquecem de um dos fatores mais importantes para o sucesso profissional, a qualidade dos relacionamentos. Ninguém alcança sucesso sozinho, para isso é preciso saber se relacionar positivamente com as pessoas ao nosso redor. A qualidade nos relacionamentos é determinada pela qualidade da comunicação estabelecida entre as pessoas. Se você pretende evoluir profissionalmente será necessário evoluir, também, em sua capacidade de comunicação. Quem desenvolve sua comunicação interpessoal de forma consciente se adapta mais facilmente em qualquer contexto onde exista diversidade de crença, opiniões e personalidades. Até para vender uma boa imagem, fortalecer o marketing pessoal e atender com mais eficácia seus clientes, uma boa comunicação se torna indispensável. Então, seja cooperativo, empático e agregador em tudo que fizer.

- Ter autoliderança: é a capacidade de gerenciar as próprias emoções, com consciência e atitude para manter equilíbrio, pois a vida não é só trabalho e contas para pagar, mas é, também, composta da área familiar, lazer, saúde e etc. Autoliderança também significa ter objetivos e metas claras, e se automotivar para não perder o foco e não sair da rota da conquista daquilo que considera importante para sua vida. Todos aqueles que se dedicam a desenvolver sua autoliderança conseguem fazer uma gestão do tempo com mais assertividade e conseguem se relacionar com mais facilidade com qualquer tipo de pessoa. Portanto, se você quiser alcançar novos patamares em sua carreira profissional, comece liderando a si mesmo. Não fique reclamando da falta de tempo e do excesso de trabalho, pois os desafios continuarão. Tenha atitude e desenvolva as três capacidades para SER e ter muito mais em 2013.

Cersi Machado: Palestrante motivacional e treinador comportamental, atuando hámais de 12 anos em T&D. Autor de dois livros e coautor dos livros Ser+. Aplica uma metodologia inovadora em palestras e treinamentos empresariais, combinando conteúdos práticos com base em Gestão Estratégica de R.H., Coaching, PNL, Emotologia, Neurociência do Comportamento, Animação 3D e outras abordagens.
Site: www.cersimachado.com.br

ARTIGO WAP CAR WASH CENTER



História da WAP
Quando Guido Oberdorfer fundou a WAP em 1957, na Alemanha, ele iniciou uma verdadeira revolução na vida das pessoas. Sua ousadia em trabalhar para criar um mundo cada vez melhor transformou as lavadoras de alta pressão em máquinas leves, práticas e acessíveis. Equipamentos que ganharam o mundo pela sua qualidade e construíram a excelente reputação da marca WAP.

No Brasil, o nome WAP virou sinônimo de lavadora de alta pressão. O verbo “wapear” passou a ser conjugado por todos os consumidores que percebem na qualidade e na praticidade das soluções WAP a oportunidade de realizar suas tarefas de limpeza com muito mais eficácia e tranquilidade.

A WAP pertence à Fresnomaq, detentora dos direitos da marca no Brasil e na América Latina. A empresa mantém uma fábrica em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, e uma filial em Fortaleza, no Ceará. Hoje, consolidando sua vocação para a liderança, a WAP produz uma variada linha de equipamentos, que além das lavadoras de alta pressão para uso doméstico conta com lavadoras profissionais, aspiradores e ventiladores. Um mundo de soluções que você agora vai conhecer.

Por que escolheu o modelo de franquias para expansão?
O Franchising atualmente tem um papel significativo no cenário econômico de nosso país. Indiscutivelmente é uma prática empresarial que traz sucesso, e certamente satisfação econômica, tanto para o empresário que deseja expandir sua Marca, como para aquele que quer ter seu próprio negócio.
A FRESNOMAQ, objetivando expandir seus negócios de forma inovadora, vislumbrou que existia uma lacuna no mercado de limpeza automotiva, pois neste segmento o consumidor tinha a disposição apenas de um serviço limitado e bastante comum. Com expertise no desenvolvimento de equipamentos, a indústria iniciou um estudo completo do mercado e planejou a implantação de uma empresa focada em propiciar uma experiência única ao cliente com excelência no atendimento, estrutura para o total conforto do cliente e principalmente trabalhar com qualidade e segurança. Assim nasceu a WAP CAR WASH CENTER.

Buscou auxílio de consultoria?
Sim. Nosso trabalho foi planejado com um escritório de consultoria experiente em formatação de franquia (Zanin Consultoria) e esse planejamento foi essencial para determinar a estratégia a ser tomada por nós. A Dra. Tânia Zanin é uma advogada com larga experiência na formatação de franquia, além de ser umas das palestrantes da ABF.

O que torna a marca atrativa para o franqueado? Diferenciais
O Sistema de Franquias WAP CAR WASH CENTER foi concebido em bases sólidas pelo profundo conhecimento do mercado da produção e comercialização de equipamentos com foco nas necessidades do cliente em processos de limpezae e higienização,  garantindo o compromisso  da WAP de fazer valer a confiança do consumidor nesta que é uma das mais importantes marcas do segmento.

Qual o suporte que a marca dará aos franqueados?
A FRANQUEADORA oferece suporte aos seus FRANQUEADOS em distintas áreas de atuação:

·Projeto Arquitetônico – Objetivando a padronização absoluta das Unidades de Negócio, a FRANQUEADORA homologou Escritório de Arquitetura que será responsável pela elaboração do referido projeto.

·Plano de Marketing – Orientação para desenvolvimento de Marketing Local e Regional com as principais características e diferenciais da Marca e do segmento. Marketing Institucional desenvolvido para fortalecer e promover a Marca WAP CAR WASH CENTER, bem como otimizar resultados das Unidades de Negócio.

·Treinamentos – Disponibilidade de Treinamento Inicial para FRANQUEADOS e sua primeira equipe com objetivo de transmitir princípios e condutas que norteiam a essência da Empresa Franqueadora. Igualmente serão oferecidos Treinamentos de Reciclagem, que visam à manutenção das diretrizes dos trabalhos e preservação do conceito do negócio. São abrangidas as áreas de Gestão Administrativa, Marketing, Operacional, Técnica e Atendimento ao cliente.

·Manuais – De Implantação, Gestão, Marketing e Vendas que orientam a gestão de uma Unidade de Negócio de forma padronizada e focada.

·Assessoria Contínua - Nas distintas fases do processo de implantação e gestão da Unidade de Negócio através dos profissionais que integram equipe da FRANQUEADORA. Esta assessoria é realizada através de:

·         Treinamentos;
·         Consultoria de Campo;
·         Reuniões individuais / locais / regionais;
·         Eventos / Convenções;
·         Atendimento telefônico / e-mail/ msn;
·        Orientações acerca de ações de marketing;
·         Orientações gerais (comercial e/ou técnica).


Qual o investimento necessário?
O Valor da taxa de franquia Wap Car é de R$ 40.000 (quarenta mil reais) e o investimento para construção ou adaptação de uma unidade irá depender do local a ser instalado.

Rendimento médio mensal de um franqueado ou retorno do investimento?
O planejamento foi elaborado para um rendimento mensal em torno de 15% a 20% do faturamento e o retorno em 20 meses. È claro que isso irá depender da força de gestão do franqueado.

Quais as expectativas com a nova empreitada?

Acreditamos que a força da nossa equipe de trabalho somado a força da marca  e a credibilidade de um trabalho sério, irá nos proporcionar um grande resultado na expansão de nossos negócios. Queremos chegar em até 5 anos em 100 unidades próprias e franqueadas

Qual o modelo de franquias que será adotado pela marca?
Iremos adotar dois modelos de negócios, ou seja:

- modelo conveniência (instalado em supermercados, shopping, aeroportos e etc)
- modelo destino (instalado em ruas bem localizadas)

ESTAMOS EM BUSCA DE FRANQUEADOS EM TODO BRASIL

Informações sobre Franquias


Franquias, custo de ocupação e aluguel

É fundamental que o lojista tenha consciência de seus direitos, e saber exercê-los na hora oportuna, a fim de não sofrer graves prejuízos no desenvolvimento de seus negócios.


O custo de ocupação da loja é um dos fatores mais importantes para o caminho do sucesso de uma franquia. É imprescindível tomar alguns cuidados com a fixação excessiva do custo de ocupação no contrato de locação da loja franqueada, como também, se evitara perda do ponto comercial.

O ponto comercial é o verdadeiro patrimôniodo lojista. Neleo empresário fixa o seu estabelecimento, sendo de suma importância para o êxito de seus negócios.

Existem meios eficazes para propiciar uma negociação equilibrada junto ao locador e principalmente para proteger o fundo de comércio de uma loja franqueada. Em shopping centers, por exemplo, as principais despesas que resultam o custo de ocupação de uma loja, geralmente, são: o aluguel, condomínio, fundo de promoção, IPTU, despesas de luz, água e ar condicionado. Já nas lojas de rua são: aluguel, EPTU, despesas de luz, água e ar condicionado.

Apesar da Lei 8.245, de l8 de outubro de 1991, a Lei do Inquilinato, já ter entrado em vigor a mais de uma década, um considerável número de lojistas/locatários não têm ciência de seus direitos, principalmente, no que diz respeito à ação renovatória de contrato de locação, que tem por objetivo proteger o seu próprio fundo de comércio.

Alguns tocadores, aproveitando-se deste desconhecimento, quando do término do prazo contratual, exigem um aumento desproporcional do valor locativo. Muitas vezes exigem que sejam pagas novamente as luvas, sob pena do ajuizamento de ação de despejo (denúncia vazia), pois, possuem base legal para a sua consumação.

A renovação compulsória do contrato de locação comercial é regulada pelo Capítulo V, da Lei do Inquil inato, devendo ser proposta no prazo de um ano, no máximo, e ate seis meses no mínimo, anteriores a data do término do contrato em vigor. O pacto deverá ser realizado por escrito, pelo prazo determinado de cinco anos ou mais, ou por sucessivos contratos, por escrito, sem qualquer interrupção, cuja soma atinja cinco anos ou mais.

Sendo assim, aquele lojista que não exercer o seu direito através da ação renovatória ou que não renovar o seu contrato antes de findo o prazo da referida ação, estará sujeito a pagar novamente as "luvas" e/ou a sofrer uma majoração significativa do valor do aluguel, ao alvedrio do locador, sob pena de ser despejado.

Ora, na hipótese deste lojista aceitar as imposições do locador, para não perder o seu ponto comercial, ele iráprejudicartodos os demais, na medida em que o seu novo aluguel (com o aumento pactuado) servirá de base para as fixações dos novos aluguéis dos lojistas que ajuizaram a ação renovatória. Geralmente, neste tipo de demanda é utilizado o método comparativo como o critério para a delimitação do novo locativo.

A inobservância da ação renovatória pode vir a prejudicar toda a coletividade dos demais lojistas instalados em shopping centers ou em ruas públicas.

É imprescindível que até seis meses antes do término do contrato em vigor, o lojista possua um novo contrato por escrito e com prazo determinado de cinco anos ou mais.

Vale ressaltar que não adianta o lojista usar o argumento de que sempre esteve no imóvel, comprovando esse fato através de recibos de aluguéis, ou ainda, de que encaminhou carta ao locador declarando a sua intenção em renovar o contrato de locação.

Para a propositura da ação renovatória o lojista deverá preencher os seguintes requisitos:

- prova de ter celebrado contrato por escrito e com prazo de terminado e que o prazo mínimo (ou a soma de prazos ininterruptos, por escrito) seja de cinco anos ou mais;

- exploração do comércio, no mesmo ramo, pelo prazo mínimo de três anos;

- prova do exato cumprimento de suas obrigações do contrato em curso, como: aluguéis, condomínios, fundos de promoção, seguros, impostos, taxas e etc.;

- indicação clara e precisa das condições oferecidas para a renovação da locação, no que diz respeito ao valor do aluguel: tanto concernente ao vatormínimo, como também, ao valor percentual;

- indicação clara e precisa quanto ao prazo contratual e a forma de reajuste (que atualmente é anual); 

- e a declaração do(s) fiador(es) aceitando a renovação do contrato e os encargos da fiança, bem como, os documentos comprobatórios de idoneidade.

O ideal seria o lojista com uma antecedência razoável (de oito meses a um ano para encerrar o contrato de locação), iniciar a negociação para a renovação, pois, observando-se o prazo da ação renovatória, a relação equilibra-se, ou seja, a verificação do prazo é um importante instrumento de barganha.

É fundamental que o lojista tenha consciência de seus direitos, e saber exercê-los na hora oportuna, a fim de não sofrer graves prejuízos no desenvolvimento de seus negócios.
Autor: Mario Cerveira Filho

Como trabalhar com diferentes canais de venda sem conflitos?

Dividir lucros, definir regiões, construir parcerias, estabelecer uma tabela de preços e ter perfis de clientes diferentes são boas formas de impedir o canibalismo
por Patrícia Machado e Adriana Wilner
Revista PEGN
R: Criar canais de venda para conquistar o consumidor em qualquer tempo e espaço não é mais uma opção. “É uma obrigação”, diz Cláudio Felisoni, presidente do conselho do Provar/Fia, Programa de Administração de Varejo ligado à Universidade de São Paulo. Mas, para evitar conflitos entre diferentes formas de venda, é preciso um planejamento bem amarrado. “Os canais não podem ser vistos como uma nova empresa ou como concorrentes”, afirma Ivan Corrêa, sócio diretor da GS&MD – Gouvêa de Souza. Construir parcerias, determinar regiões de atuação, estabelecer comissões, cuidar dos critérios de preços e buscar novos perfis de clientes são meios de impedir o canibalismo entre os canais. Confira a seguir exemplos de como essas cinco estratégias foram desenhadas e implantadas com sucesso.
 PARCERIA COM DISTRIBUIDORES


EMPRESA: Multilaser, fabricante de equipamentos de informática e eletrônicos, de São Paulo

O QUE FEZ: Para chegar mais perto do consumidor, Alexandre Ostrowiecki e Renato Feder, ambos com 32 anos, sócios da Multilaser, desenvolveram um canal que inclui a participação dos intermediários: as distribuidoras divulgam em seu site todos os os produtos Multilaser, mas não precisam trabalhar com o estoque, pois a fabricante se responsabiliza pela entrega das compras ao cliente final. No projeto piloto, inaugurado em novembro de 2010, participaram dez dos 60 parceiros da empresa de Ostrowiecki e Feder.

COMO EVITOU CONFLITOS: O canal de venda não permite a comercialização de produtos diretamente para o consumidor final, uma vez que a compra é feita por intermédio das distribuidoras parceiras. A ideia foi uma oportunidade para os sócios do negócio conhecerem o perfil do usuário dos seus produtos. “Hoje, conseguimos saber as preferências dos clientes da marca Multilaser e descobrimos que eles gastam mais sempre que há desconto”, afirma Ostrowiecki.

RESULTADOS: O canal de venda deu chance aos distribuidores parceiros de aumentar a oferta de itens de 200 para 1.200 — e, melhor, sem necessidade de manterem estoque. A iniciativa fez as vendas triplicarem. Em 2010, a Multilaser faturou R$ 362 milhões. O investimento no projeto foi de US$ 1 milhão. O custo logístico aumentou 10% e 20 funcionários foram contratados para separar os pedidos. Até o final do ano, a empresa espera conquistar mais 30 parceiros.



 CLIENTES DIFERENCIADOS

EMPRESA: TePe, fabricante de produtos de higiene bucal, do Rio de Janeiro

O QUE FEZ: As sócias da TePe, Maria Helena Leite, 47 anos, e Christine da Fonseca, 38, resolveram, há três anos, criar uma loja virtual para atender apenas profissionais de saúde. “O canal faz com que os dentistas, que são formadores de opinião, conheçam melhor os produtos e indiquem os mesmos para os seus pacientes”, afirma Maria Helena. A TePe também distribui sua produção para 500 farmácias e por meio de oito revendedores.

COMO EVITOU CONFLITOS: Cada canal de venda é voltado para um cliente diferente. Os revendedores oferecem os produtos para clínicas de saúde bucal que ainda não trabalham com os materiais da empresa. A loja virtual é acessada apenas por profissionais de saúde que têm login e senha para efetuar suas compras. As farmácias, que representam 60% do faturamento, são responsáveis por atender o consumidor final. Todos os canais de venda trabalham com o mesmo preço.

RESULTADOS: O comércio eletrônico fez as vendas da TePe crescerem 15%. Para a rede de farmácias Droga Raia, que compra 2.500 peças da TePe mensalmente, a loja virtual trouxe mais clientes. “Com esse canal, dentistas conhecem melhor os produtos, e, por sua vez, os próprios pacientes”, diz Rodrigo Braga, analista de perfumaria da empresa.



 COMISSÕES

EMPRESA: Le Postiche, rede de lojas de bolsas e malas de viagens, de São Paulo

O QUE FEZ: No final de 2008, a Le Postiche inaugurou o seu comércio eletrônico. O canal é o único a oferecer todos os produtos da empresa. “Por restrição de espaço físico, nossas lojas não conseguem comercializar todo o portfólio do negócio”, diz Fabiana Restaino, 38 anos, sócia do empreendimento.

COMO EVITOU CONFLITOS: A criação de comissões permitiu que as 70 lojas próprias e 139 licenciadas não perdessem lucro com o comércio on-line. Ao final de cada mês, a Le Postiche calcula o volume de vendas do canal internet por região do país e uma participação é dividida entre as lojas de cada território. Os preços das peças variam de acordo com o canal de venda e com a região.

RESULTADOS: O canal eletrônico representa 2% do faturamento da empresa e influencia 20% das vendas feitas em lojas físicas, já que muitos clientes querem experimentar a peça antes de efetuar a compra.



 REGIÕES

EMPRESA: Four Style, marca de roupa de ginástica, do Rio de Janeiro

O QUE FEZ: “Vencer a concorrência e es¬tar sempre próximo ao cliente”. Esse foi o pensamento que levou André Luís Pereira, 44 anos, sócio da Four Style, a inaugurar mais de um canal de venda. Com um investimento de mais de R$ 180 mil nos últimos três anos, a empresa trabalha com franquias, representantes, con¬sultores comerciais e uma loja virtual. A marca de moda feminina carioca também conta com lojas próprias e comercializa suas peças em espaços multimarcas.

COMO EVITOU CONFLITOS: A Four Style determina uma área de atuação para cada canal de venda da empresa. Além disso, re¬presentantes, consultores comerciais e lojas multimarcas adquirem os produtos com cerca de 50% de desconto. “Esses canais tornam a Four Style conhecida no mercado e não há perda de venda, porque cada canal atua em uma região predeterminada”, afirma Ana Paula Nicolazzi, 37 anos, que trabalha como revendedora da empresa há oito meses.

RESULTADOS: A multicanalidade permitiu à Four Style vender seis mil peças por mês e crescer 30% de 2009 para 2010. Até julho deste ano, o desenvolvimento de canais deve gerar um crescimento de 50%.



 ATENÇÃO AOS PREÇOS

EMPRESA: Eletrônica Santana, loja de produtos eletrônicos, de São Paulo

O QUE FEZ: Para combater a crise que a as¬solava em 2003, a Eletrônica Santana decidiu investir R$ 15 mil na criação de uma loja virtual. Posteriormente, com o sucesso da iniciativa, passou a trabalhar com distribuidores e venda corporativa. “Montamos um sistema que faz a instalação, a manutenção e a venda de tecnologia para empresas”, diz Rubens Branchini, diretor comercial do negócio.

COMO EVITOU CONFLITOS: A elaboração de uma tabela de preços foi fundamental para impedir o canibalismo entre os canais de venda. O valor das mercadorias é o mesmo. “A promoção existe apenas quando compramos peças em grande quantidade”, afirma Fernando Gubitoso, 42 anos, sócio da Gubisom, distribuidora da Eletrônica Santana.

RESULTADOS: O comércio eletrônico foi essencial para que o negócio atingisse clientes até então desconhecidos. “Desde 2004, co¬meçamos a crescer cerca de 80% ao ano, porque muitos consumidores em potencial não sabiam da nossa existência até então”, diz Branchini. O canal corporativo atende cerca de nove mil empresas e representa 60% do faturamento da empresa. A venda feita pelos mil distribuidores significa 7% do faturamento. O comércio virtual corresponde a 25% das vendas.


Comentários na web influenciam 83% dos consumidores globais, diz estudo


Uma nova pesquisa global revela que os consumidores cada vez mais se utilizam das avaliações de produtos feitas por outros clientes na rede como um elemento chave em suas decisões de compra. A pesquisa também mostrou uma crescente interação direta entre vendedores e consumidores através das redes sociais como Facebook e Google+.
A quarta edição do Consumer Shopping Habits Survey foi conduzido pela ChanelAdvisor, uma provedora de plataformas de e-commerce que permite aos varejistas vender através de canais online. A pesquisa entrevistou participantes da América do Norte, Europa e Austrália. Como a economia global segue enfraquecida, a empresa observou que as preferências dos consumidores são mais importantes do que nunca para os varejistas, e eles devem levar isso em conta e buscar vendas sustentáveis durante o ano todo.
Revisões feitas por indivíduos são um dos fatores mais importantes nas decisões sobre compras online, mostrou o estudo. 90% dos compradores ao redor do mundo que responderam a pesquisa afirmaram que lêem as revisões dos produtos de outros compradores antes de realizar alguma transação, com 83% afirmando que as análises afetam a sua decisão final sobre a compra. Apenas nos EUA, quase a metade dos entrevistados (48%) afirmou ter postado alguma análise de um produto online.
Aumentou o número de consumidores que utilizam as redes sociais para procurar análises sobre bens de consumo na web, com 53% dos participantes da pesquisa afirmando que comentários de produtos postados nas páginas de varejistas no Facebook e Twitter têm papel importante em suas decisões de compras.
O estudo também mostrou que as empresas de varejo estão cientes da importância crescente aos esforços para melhorarem seus sites na busca por maior engajamento de seus clientes existentes e potenciais. 34% dos entrevistados afirmaram ter se tornado fã de varejistas no Facebook, número que é ainda mais alto nos EUA (46%). Além disso, 83% afirmaram que é provável que visitem um site de uma empresa de varejo que tenha sido recomendado por um amigo do Facebook.
Outros resultados da pesquisa do ChannelAdvisor incluem:
O Google segue firme como a opção número um entre os compradores online globais como o ponto de partida para buscas sobre produtos.
Compras realizadas por meio de aparelhos móveis mais que triplicaram no último ano, com 31% dos entrevistados realizando alguma compra deste tipo.
30% dos comprados ao redor do mundo afirmam que usam aplicativos de leitura de código de barras (como o RedLaser do Ebay) como um elemento em suas decisões de compra;
Os sites de compras coletivas Groupon e LivingSocial tiveram grande salto em popularidade, com mais da metade dos consultados afirmando usar ambos os site freqüentemente.

Fonte: ecommercenews

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